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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

23
Mai13

É p’ró menino e p’rá menina

Maria do Rosário Pedreira

Hum... adoro feiras – mais ainda se forem do livro, que são praticamente os únicos lugares onde arranjamos livros que não se encontram em mais parte nenhuma e quantas vezes com descontos apreciáveis (o que se torna ainda mais importante na época de escassez financeira que estamos a atravessar). É já hoje que se inaugura a Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII, que voltou a realizar-se nas datas habituais (em Maio, e não em Abril, como nos últimos dois anos), permitindo a quem quer ver e comprar livros aliar esse seu interesse à possibilidade de uma passeata soalheira ao ar livre entre as árvores (imagino que estejam já floridos os jacarandás do parque). Para além dos pavilhões recheados de «iguarias», também lá estarão, como sempre, os grandes «cozinheiros», pondo a assinatura nas obras que o público lhes estende e dando dois dedos de conversa com os leitores se as filas não crescerem muito (o que, dada a situação de crise, não é muito natural que aconteça). Assim, já sabe: se quiser um autógrafo personalizado ou conhecer os rostos por detrás das capas, o fim-de-semana é o momento mais aconselhável. Se só quer mesmo ver e comprar, escolha um dia de semana e ficará mais bem servido. No próximo sábado, o último galardoado com o Prémio LeYa assinará também a programação da Praça LeYa, na qual haverá música e teatro da sua eleição. Se mora em Lisboa, não falte! Até porque, como em todas as feiras, há farturas.

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