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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

30
Mai13

Rei da poesia

Maria do Rosário Pedreira

 Tenho andado com tanto que fazer que até me esqueci de avisar que, pela segunda vez na história, o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana foi atribuído a um português. A única portuguesa que antecedeu o premiado deste ano foi Sophia (que tinha nome de rainha, pelos vistos) e agora o galardão vai para Nuno Júdice, com mais de quarenta anos de livros publicados, entre poesia, ensaio e ficção (o mais recente romance do autor, Implosão, está, de resto, a dar que falar por pôr o dedo na ferida dos tempos que vivemos). Nuno Júdice, já se sabe, é um dos mais consagrados poetas nacionais, um dos mais traduzidos e já premiado internacionalmente várias vezes. Mas desta feita o júri tinha nada mais nada menos do que 18 membros (parece que Lobo Antunes estava entre eles) e elogiou a sua poesia depurada e «o modo como nela se compromete o classicismo, o imaginário e o real» (estou a citar de http://casaldasletras.com, onde poderão encontrar também uma longa entrevista com o poeta laureado). Parabéns, pois, Nuno Júdice, e continue a escrever!

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