Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

01
Set16

O que ando a ler

Maria do Rosário Pedreira

Ora então sejam bem-vindos ao blogue depois deste mesinho de férias. As minhas foram boas, embora não tenha lido tanto quanto gostaria, pois estive de volta de um projecto de que oportunamente vos falarei (nada de exclusivamente meu, porém, não vão pôr-se já a pensar que tenho livro de poesia novo). E agora tenho em mãos um calhamaço de mais de 600 páginas, de que o nosso António Luís Pacheco (e outras pessoas) disse maravilhas – O Filho, de Philipp Meyer, um romance a que a crítica chamou, entusiasticamente, «um épico sobre o Oeste americano», obra que conta a história de uma família de pioneiros – os McCullough – ao longo de mais de um século, entre 1800 e picos e o século xxi, desde que eram criadores de gado ameaçados pelos índios até se tornarem exploradores de petróleo. Ainda estou a pouco mais de cem páginas do início, por isso, não vou adiantar grande coisa, a não ser que as personagens são muitas e fortes (dos dois sexos) e que os narradores também parecem multiplicar-se (três, pelo menos), o que, mesmo assim, não confunde grandemente o leitor. Hoje é só mesmo para pôr o dedo no ar aqui no Horas Extraordinárias – e não esperem grandes novidades esta semana, que há muito trabalho para pôr em dia e dificilmente verei o fundo ao tacho tão cedo. Custos de ter estado a descansar em Agosto, mas tinha de ser.