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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

27
Jan14

15 Correntes

Maria do Rosário Pedreira

Todos os anos trago à baila as Correntes d'Escritas – mas faço-o com toda a justiça porque são de certeza as melhores correntes literárias portuguesas de sempre, o mais feliz e rico encontro de autores de que tenho conhecimento (e aqui abro um parêntese para felicitar os responsáveis por esta aventura sem igual, sobretudo a Manuela Ribeiro e o Francisco Guedes, mas também toda a equipa que os apoia e mal dorme para ter tudo a andar durante aqueles dias). Pois o festival mais interessante e divertido de todos faz em 2014 quinze anos e está a aproximar-se (será já no dia 20 de Fevereiro a sessão de abertura), tendo convidado para esta edição quinze autores que nunca nelas tivessem participado e que foram os mais «votados» por um ror de pessoas que, pelo contrário, já lá estiveram pelo menos uma vez. Fiquei contente porque, entre esses quinze, estão dois autores que publico – Ana Margarida de Carvalho e João Ricardo Pedro, que, estou certa, ficarão fãs das Correntes, como acontece a todos os que lá vão. Quinze são também os autores finalistas do prémio literário que é ali atribuído todos os anos, ora a um romance, ora a um livro de poesia, mas deste assunto falarei mais para diante, pois ainda conto ler um ou outro dos finalistas até lá. Entretanto, fico ansiosamente à espera do dia 20.

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