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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

08
Fev18

3 em 14

Maria do Rosário Pedreira

Vêm aí as Correntes d’Escritas – mais para diante, com o programa definitivo na mão, falarei delas com detalhe – e, como todos os anos, os finalistas do prémio literário promovido por este encontro de escritores com o apoio do Casino da Póvoa já foram anunciados. No presente ano a modalidade é ficção e engloba a produção literária de dois anos (ou seja, as balizas têm muito campo de discussão pelo meio). Não sei o que vai acontecer porque são catorze finalistas (penso que costumam ser menos) e combinam livros já premiados (A Resistência, de Julián Fuks, por exemplo, que ganhou o Prémio Literário José Saramago há uns meses; ou Karen, de Ana Teresa Pereira, que venceu o Oceanos) com obras de estreia (Esse Cabelo, de Djaimilia Pereira de Almeida), autores consagrados (Juan Marsé) com livros pouco conhecidos (A Brecha, do açoriano João Pedro Porto, por exemplo). Verifico, no entanto, que tenho três livros nos catorze: além do já referido Esse Cabelo, o romance Não Se Pode Morar nos Olhos de Um Gato, de Ana Margarida de Carvalho, e Um Postal de Detroit, de João Ricardo Pedro. Agora é esperar.

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