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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

09
Out15

Futilidade

Maria do Rosário Pedreira

Depois de ter publicado um livro chamado Esse Cabelo de que convém afastar toda e qualquer suspeita de futilidade (é, na verdade, o contrário disso), deixem-me aproveitar um dia sem ideias e assumir um post inteiramente fútil. Acho que todos nós (mulheres e homens, não importa) gostamos de nos apresentar bem ao lado de pessoas de quem gostamos, ou que respeitamos, ou até que não conhecemos, mas a quem queremos causar boa impressão por isto ou por aquilo. Sempre que fui à TV participar em algum programa e aquelas magníficas maquilhadoras profissionais se ocuparam de me pôr mais bonita, a verdade é que toda a gente me dizia depois como ficara tão bem. Ora, apesar de não ter nascido sem dotes para os trabalhos manuais (sei coser e tricotar), acontece que, se me pinto sozinha, na maior parte das vezes fico pior do que com a cara lavada. Percebi recentemente que também para isso é preciso ciência. E como? Pois bem, como haveria de ser? Num livro, que também os há sobre estas coisas comezinhas. Chama-se Maquilhagem Real para Mulheres Reais, escreveu-o a Inês Mocho e quem me falou dele foi a editora, que é minha colega e mo ofereceu quando lhe expliquei como era, de facto, bastante naba em questões de maquilhagem (que não de borrar a pintura). Assim, lá experimentei seguir os conselhos da autora no dia de um casamento para que fui convidada há pouco tempo e não é que os resultados foram compensadores? Tive de comprar alguns produtos novos, mas, enfim, acho que valeu a pena. Desculpem-me a futilidade, mas quem sabe não ajudo algumas leitoras de caminho?

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