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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

06
Dez17

Ler Eugénio

Maria do Rosário Pedreira

Conheço muita poesia desde pequena. Não só a minha avó e os meus pais gostavam de a recitar para nós como a escola onde andei, já aqui o disse, era o Lar Educativo João de Deus, onde desde a primeira classe líamos versos do poeta e, no fim do ano, havia uma festa na qual dizíamos poemas dele e de muitos outros. Apesar da experiência, contudo, acho que houve um poeta que me fez mossa no bom sentido no fim da adolescência assim que pus os olhos nos seus livros. Chamava-se Eugénio de Andrade e – parece mentira – já morreu há doze anos. Para o recordar, Anabela Mota Ribeiro organiza mais logo uma sessão em torno da sua pessoa e da sua poesia em mais um evento da série Ler no Chiado, que se realiza na Livraria Bertrand (pelas 18h30). Para acompanharem a jornalista e apresentadora, dois poetas contemporâneos e bastante diferentes: Gastão Cruz e José Tolentino Mendonça. Se não conhece a obra do grande Eugénio, pode pôr-se em dia. Se já a conhece, poderá ir celebrá-la. Mesmo que não possa ir, não perca os poemas. Está tudo publicado: em antologias e livro a livro.

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