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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

03
Jun15

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Maria do Rosário Pedreira

Quem aqui se viu retratado no final do ano passado pela pena de Joao Pinto Coelho não vai certamente querer faltar ao lançamento, mais logo, do seu romance Perguntem a Sarah Gross, finalista do Prémio LeYa. Trata-se de uma história contada em tempos e lugares distintos, pois é, afinal, nesse país-continente chamado Estados Unidos – e no final dos anos 1960 – que vamos conhecer a cidade de Osphitzin desde o final da Primeira Guerra Mundial e, com ela, também a vida de Sarah, uma rapariga nascida na América mas cedo recambiada para a Polónia, donde só sairá no fim da Segunda Guerra Mundial e na companhia de Esther, amiga que nunca a abandonou e conhece melhor do que ninguém (até porque os acompanhou) os dramas terríveis da sua vida e as perdas que suportou nessa cidade que, pelas piores razões, é hoje conhecida em todo o mundo por Auschwitz. Para saber mais, não conte comigo. Na FNAC do Chiado, pelas 18h30, contamos com uma oradora de luxo – Irene Pimentel – para apresentar a obra; e fazemos questão da sua companhia, estivesse ou não nos belíssimos desenhos que o autor ofereceu a este blogue. Por isso, arranje maneira de sair hoje mais cedo. O metro vai quase até à porta e o João Pinto Coelho merece.

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