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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

18
Set19

50 anos a escrever

Maria do Rosário Pedreira

Não sei se já aqui o disse – creio que sim – mas considero uma verdadeira proeza um escritor completar 50 anos de vida literária e ainda ter tantos planos para romances e outros projectos de escrita na gaveta. É o caso de Mário Cláudio, que se estreou em 1969 com um livro de poesia e, depois disso, nunca mais parou de nos encantar, tendo publicado em quase todos os géneros, do teatro à crónica, do romance à monografia, do conto à poesia, e sido premiado bastas vezes em todos eles. Hoje, no âmbito da Feira do Livro do Porto, vou estar na Invicta a assistir a uma sessão que tem por centro o escritor (já homenageado com uma tília no parque onde a feira se realiza há uns três anos). Conduzida por Nuno Artur Silva, consta da apresentação de um livro de Martinho Soares sobre a obra do escritor (O Essencial sobre Mário Cláudio) feita por Ana Paula Arnault, seguida de uma conversa com o autor do ensaio e o escritor sobre estes cinquenta anos de produção literária, cujo título mais recente é Tríptico da Salvação, leitura de Verão de Marcelo Rebelo de Sousa. O Presidente, de resto, condecorou Mário Cláudio no dia da abertura da Festa do Livro de Belém pelo seu fantástico percurso literário. Amanhã, espero, estarei de volta.

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