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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

01
Set11

Cá estamos

Maria do Rosário Pedreira

Pois é... Custou um bocado regressar ao trabalho depois de um período de descanso e horas de leitura realmente extraordinárias. Mas tive muita sorte com os livros que levei comigo para férias (e de que aqui falarei nos próximos dias) e, sem stress, o tempo rendeu mais do que habitualmente e deu mesmo para muita coisa, entre clássicos e contemporâneos. Não é, no entanto, por estarmos longe que as coisas param, e na minha ausência separaram-se os Blogtailors (Nuno Seabra Lopes deixou o projecto, que ficou a cargo de Paulo Ferreira), alguém ameaçou pedir a insolvência da Europa-América (cujos empregados se começaram a queixar de falta de pagamento de salários) e a Assírio e Alvim está muito perto de ser comprada pelo grupo Porto Editora (um protocolo de colaboração foi já assinado). Na minha secretária, tinha também os exemplares acabadinhos de sair do forno do novo romance de Miguel Real (A Guerra dos Mascates, que já está à venda) e do último de Ana Cristina Silva, uma obra inspirada em Carolina Loff (a militante comunista que se apaixonou por um inspector da PIDE) intitulada Cartas Vermelhas. Mas comentarei tudo isto em posts independentes, pois hoje é apenas para dizer que estou de regresso a esta minha e vossa casa e com muito que partilhar sobre aquilo que aqui nos junta, os livros, pelo que, se acaso pensavam que não teriam de me aturar, estavam redondamente enganados. Até porque tive saudades vossas, mesmo dos que têm mau-génio. Até amanhã.

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