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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

12
Fev18

Almas sensíveis

Maria do Rosário Pedreira

Portugal, primeira metade do século XX. Entre os males que assolam um país isolado e retrógrado, a tuberculose ressalta como uma das principais causas de morte. Ainda sem recursos farmacológicos para a combater, os médicos recomendam o internamento em sanatórios instalados em zonas de altitude. Na serra do Caramulo, outrora uma região pobre e agreste, cresce uma estância sofisticada. É para lá que irá o jovem Armando, uma das personagens centrais deste livro que, com a sua família, atravessará o enredo de A Febre das Almas Sensíveis, o novo romance de Isabel Rio Novo, acabadinho de sair. Mas dele faz também parte uma rapariga que investiga escritores que sofreram de tuberculose  – Soares de Passos, Júlio Dinis, António Nobre...  – e um misterioso manuscrito encontrado nas ruínas do Caramulo. Combinando o registo histórico e a toada fantástica que produziram a magia de Rio do Esquecimento, neste seu novo romance, mais uma vez finalista do Prémio LeYa, Isabel Rio Novo recupera a memória de uma doença que marcou a sociedade de uma época e o nosso imaginário romântico.

 

A Febre das Almas Sensíveis.jpg

 

 

3 comentários

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    Anónimo 13.02.2018

    Talvez o imaginário romântico venha do nome do jovem Armando.
    Será que também haverá uma jovem Margarida?
    Impossível não nos lembrar-mos do romance do Dumas ou do par Fonteyn e Nureyev a dançar...
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    Beatriz Santos 13.02.2018

    Lembrarmos.
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