Bookcrossing
Apanhei aqui nos blogues da SAPO um post de alguém sobre «bookcrossing». Tenho a certeza de que já falei aqui disso, há certamente muito tempo; mas, como estamos de novo em altura de apertar o cinto e as casas são pequenas demais para os livros todos que gostaríamos de ter, o assunto bem pode voltar à calha. Se há livros que começou a ler e não gostou, se há outros a que não pretende voltar, se tem repetidos mas não arranja a quem dá-los, porque não deixá-los por aí para quem pode desfrutar da sua leitura? (Não querendo ser rebarbativa, acho que é o que vou fazer com aquele tijolo das plantas francês que se atravessou indevidamente no meu Verão.) Num banco de jardim, na esplanada de um café, no provador de uma loja de roupa... todos os sítios são bons para cruzarmos livros com os outros leitores. Com o meu feitio, já sei que, se encontrasse um livro num café, andaria logo à procura do dono e nem me ocorreria trazê-lo comigo, mas o bookcrossing é assim mesmo e temos de nos convencer de que não estamos a roubar nada, só a levar emprestado. Desde que no fim voltemos a pôr o livro à disposição de um novo leitor, bem entendido. Tem livros para a troca? Já sabe o que fazer.

