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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

08
Jul16

Colômbia premiada

Maria do Rosário Pedreira

Mais logo, pelas 17h30, nas novas (e creio de belas) instalações da Casa da América Latina em Lisboa, será entregue o Prémio de Literatura 2016 a Juan Gabriel Vásquez, pelo seu romance As Reputações. Não li ainda esta obra do escritor colombiano que, por acaso, conheci há muitos anos num festival no Norte de Espanha (nessa altura ele vivia em Barcelona) e reencontrei com grande alegria no ano passado, quando fui à Colômbia, num muito simpático jantar em casa de Pedro Rapoula, o actual director da Feira do Livro de Bogotá. Mas até aposto que o prémio é merecido, porque o seu primeiro romance que me chegou às mãos, Los Informantes, de 2004, era, apesar da sua estreia, um texto de grande maturidade literária, confirmada, aliás, por O Barulho das Coisas ao cair, com traduções em mais de dez línguas e o grande aplauso da crítica em todo o lado, incluindo em Inglaterra, aonde é difícil chegar. Por isso, se já conhece este escritor ou quer conhecê-lo pessoalmente, apareça logo mais na sessão da entrega deste prémio e, não podendo, faça o favor de ler um dos seus belos romances.

7 comentários

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    António Luiz Pacheco 08.07.2016

    Anónima????
    Ahahahah! Eu sei quem é! Eu sei...
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    Cláudia da Silva Tomazi 08.07.2016

    Claro que sabe. Tenha um bom dia Pacheco.
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    António Luiz Pacheco 08.07.2016

    Eheheh! Os ingleses destacaram-se sempre como alpinistas, fossem os piratas a subir ao mastro grande para localizar os nossos navios, fosse o sir Edmund Hilary a subir o Everest!

    Bom fim de semana Extraordinária Cláudia!
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    Joaquim Jordão 08.07.2016

    Por falar em “subir ao mastro grande para localizar”, sabe por acaso o Pacheco como era chamado o cesto da gávea, colocado lá no cimo do mastro grande, nas primeiras caravelas portuguesas, que foram construídas no Porto, com a colaboração de pessoal galego?
    Se sabe, não responda com as letras todas, que alguns Extraordinários podem achar mal.
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    António Luiz Pacheco 08.07.2016

    Mas é um termo náutico... como traquete, aliás!
    O pessoal conhece o termo cesto da gávea... mas na verdade este cesto onde o vigia se colocava, chamava-se "caralho"... aliás a correspondência entre termos náuticos e sexuais é grande, sabem o que significa "verga" também, ou "mastro"?
    Me perdoem, mas é literatura e creio que somos adultos, não estará descontextualizada a nossa conversa, creio eu pelo que não é mera obscenidade, mas peço sinceras desculpas se alguém se sentir desconfortável com a crueza do meu linguajar.

    Saudações vernáculas cá da Cidade Morena.
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    Joaquim Jordão 08.07.2016

    Ora bem, Pacheco. De facto, e embora não pareça, a nossa conversa não está lá muito descontextualizada. Veio a propósito daquelas palavras da Cláudia, que nos disse que “(..) o povo britânico (…) lhes intriga as superfícies lisas”. Depois você introduziu a questão de os ingleses gostarem de “subir ao mastro grande”, o qual, sendo embora grande, é uma superfície lisa, mas que ainda assim lhes permite, àqueles piratas, irem para o caralho espreitar a ver se localizam os nossos navios, e outras coscuvilhices. Depois, entretidos e agitados a espiar lá de cima, deixam cair o que calha, e nós, cá em baixo, é que – para voltar ao tema do post – ainda hoje temos de aturar “O Barulho das Coisas ao Cair”, por causa do Brexit , e tal…
    Portanto, se os ingleses não querem navegar connosco na mesma nau, que não nos chateiem e vão para o caralho da nau deles.

    Não obstante, o que historicamente importa registar é que as nossas primeiras caravelas com caralho foram construídas no Porto – e daí o frequente e generalizado uso do termo, que por aqui, ao contrário de Lisboa, ninguém leva a mal. É aqui tão corrente que, digamos, já “não faz barulho ao cair”.

    Um abraço.
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