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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

25
Nov19

Contos portugueses na TV

Maria do Rosário Pedreira

Parece que a RTP vai fazer a adaptação de treze contos portugueses, uns clássicos, outros contemporâneos, num projecto em que – tanto quanto me foi dado entender – os realizadores serão também todos diferentes: 13 contos de 13 autores resultam em 13 telefilmes realizados por 13 realizadores. É claro que o projecto não se poderia chamar senão… Trezes. Para José Fragoso, o director de programas do canal público, este projeto é importante sobretudo pelo facto de as telenovelas serem muito comuns e as séries estarem a ser produzidas com uma regularidade assinalável, mas o telefilme ser um género bastante raro nas estações de televisão portuguesas e ser gratificante poder fazer cinema em Portugal para ser visto por todos. Desde «A Abóbada», de Alexandre Herculano (que achei uma chatice enorme quando o li na escola, desculpem a sinceridade), até «Miss Beijo», de Lídia Jorge, ou «As Cinzas da Mãe», de Cristina Norton, passando por textos de Eça, Namora, Cardoso Pires ou Mário de Carvalho, há muito a esperar em 2020 destas adaptações de textos literários portugueses e dos seus realizadores (que incluem António-Pedro Vasconcelos ou António da Cunha Telles, mas também outros mais jovens e desconhecidos). Os guiões serão escritos por Pedro Marta Santos (de quem já publiquei um romance que tinha sido finalista do Prémio LeYa), Patrícia Muller (também autora de romances), Miguel Simal e Leandro Ferreira. Vamos aguardar.

3 comentários

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    António Luiz Pacheco 25.11.2019

    Ahahahah!
    Que grande lata! Nem eu … mas é uma proposta Extraordinária e que me agrada!
    Vou ver disso…
    Abraço e boa sorte, pois vejo que já andam tratando disso!
  • Sem imagem de perfil

    Fernando Costa 25.11.2019

    Ó Pacheco
    Se o título da obra - que até me apetece ler/ver - não foi uma das "máximas" de Jacques II de Chabanes, o senhor de La Palice, é porque este se esqueceu de a pronunciar, pois já se soma a outra que me parece dele e é atribuída a Lili Caneças, que nos perplexa com "estar vivo é contrário de estar morto".
    Como devo comentar segundo o post, aproveito para dizer que "a gente vai morrer mesmo" porque a Tia Miséria resolveu tirar a mulher da foice que "prendeu" na pereira.

    Um abraço deste planalto da Nave, onde há muitas pereiras, inclusive uma no meu quintal, de que já não resta um exemplar para amostra.
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