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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

20
Mar19

Feminino plural

Maria do Rosário Pedreira

Alguém, acho que no Facebook, partilhou um texto muito interessante de uma escritora norte-americana chamada Grace Paley (confesso que nunca a li, mas fiquei com vontade). Dizia assim: «As mulheres escrevem de uma maneira diferente da dos homens. As mulheres sentem-se confortáveis falando do que é pessoal, ao contrário dos homens. As mulheres sempre compraram livros escritos por homens, sabendo que não eram livros sobre elas. Mas continuaram a fazê-lo com grande interesse, porque era como ler sobre um país estrangeiro. Os homens nunca devolveram essa gentileza.» A revista que citava a escritora Paley, uma publicação espanhola com edição  brasileira (seria o El País?), sugeria então livros escritos por mulheres que os homens deveriam ler. E, juntando alguns desses a outros de que me fui lembrando, forneço aqui mais de uma dúzia de títulos de ficção escrita por mulheres que porão certamente os homens a pensar (mas que todos devemos ler, independentemente do sexo). Eles aí vão:

 

  1. O Deus das Pequenas Coisas, Arundhati Roy
  2. Rebecca, Daphne du Maurier
  3. A Balada do Café Triste, Carson McCullers
  4. Cisnes Selvagens, Jung Chang
  5. Persépolis, de Marjane Satrapi
  6. Jane Eyre, de Charlotte Brontë
  7. Lila, de Marilynne Robinson
  8. Manual para Mulheres de Limpeza, Lucia Berlin
  9. A História de Uma Serva, de Margaret Atwood
  10. A Hora da Estrela, de Clarice Lispector
  11. Diários, Anaïs Nin
  12. Orlando, Virginia Woolf
  13. Bonjour Tristesse, Françoise Sagan
  14. A Campânula de Vidro, de Silvia Plath
  15. Um Bom Homem é Difícil de Encontrar, Flannery O’Connor

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