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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

16
Jul20

Leituras

Maria do Rosário Pedreira

O jornal Público tem há bastantes anos um suplemento cultural denominado «Ípsilon», que sucedeu a um outro chamado «MilFolhas» que, por sua vez, foi o herdeiro do mais velhinho «Leituras». Pois bem, o «Leituras» está de volta, se bem que apenas online, para dar aos livros um espaço que o «Ípsilon» de papel infelizmente não tem para eles, talvez por ter de se dedicar a todas as outras formas artísticas. No suplemento digital, há, porém, lugar a pré-publicações, anúncios mensais das saídas de livros, entrevistas a autores e críticas mais densas. Portanto, a partir de agora, à distância de uns cliques, teremos tudo o que no «Ípsilon» dizia respeito a livros e ainda muito mais. Dirige o Leituras a jornalista Isabel Coutinho. O endereço é este:

https://www.publico.pt/leituras

Falando de leituras, deixem-me recomendar-vos dois títulos de que sou editora, uma vez que são finalistas do Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores/DGLAB: Homens de Pó, de António Tavares, e Tríptico da Salvação, de Mário Cláudio. Os outros finalistas são de Ana Margarida de Carvalho, Djaimilia Pereira de Almeida e Francisco José Viegas. Em breve saber-se-á o vencedor.

4 comentários

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    Anónimo 16.07.2020

    Artur: a verdade é que Portugal é um país pequeno e o meio literário é ínfimo. Existe uma ligação perniciosa entre política e literatura que não deveria existir (em outros países a maioria dos escritores não são politicamente engajados nem têm de ser). E no nosso país o PCP é particularmente actuante na defesa da cultura e dos seus. Existe também uma predominância masculina demasiado patente na nova geração de escritores. Enfim: com a globalização são particularidades que, felizmente, tendem a desaparecer. Sobretudo se forem adequadamente denunciadas.
    Sandra Neves
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    Artur 16.07.2020

    Mário Cláudio é um grande escritor (confesso que não li ainda esta sua última obra). No entanto, tenho pena que se dê um prémio de consagração três vezes ao mesmo autor, assim dizendo que são menores todos os autores que se seguiram a um escritor que já foi consagrado há quase 30 anos (em 84 Mário Cláudio recebeu o seu primeiro Prémio APE). Que tal criar uma clausulazinha impedindo que o mesmo autor receba mais do que uma vez o prémio da APE ?
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    Anónimo 16.07.2020

    Concordo.
    Sandra Neves
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