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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

15
Mai18

Nervos

Maria do Rosário Pedreira

Lembram-se de vos ter aqui falado da revista de poesia Nervo? Pois bem, apesar de nunca se acreditar muito nestes projetos em Portugal, sobretudo por causa da característica falta de leitores para este género, a verdade é que a Nervo (com ou sem ataques de nervos, sei lá eu) parece ter ido avante, o que me traz muita alegria. Saiu, pois, o número 2 e – longe de conter apenas poetas desconhecidos, encontramos nas suas páginas nomes bem sonantes, como os de Nuno Júdice e A. M. Pires Cabral, André Domingues e até José Carlos Barros, um grande poeta de quem publiquei o romance Um Amigo para o Inverno, há uns anos finalista do Prémio LeYa (leiam, leiam). E escrevem nesta Nervo também autores de outras paragens: Ana Pérez Cañamares (Espanha), Debasish Lahiri (Índia), Júlia de Carvalho Hansen (Brasil) e Usha Akella (EUA). Desta vez, incluindo a capa (que vos deixo), o número é ilustrado por Américo Prata.

 

Capa.jpg

 

 

 

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