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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

02
Out19

Preguiçar

Maria do Rosário Pedreira

Hoje estou com um dia infernal e portanto abusarei da vossa paciência preguiçando na escrita de um post. Tenho três irmãos e, quando publiquei a minha Poesia Reunida, um deles escreveu-me um poema tão lindo sobre nós que ainda hoje, quando o releio (na verdade, basta que me lembre dele), faz com que me venham lágrimas aos olhos. Já escrevi sobre como é lindo ter irmãos (dediquei a isso, aliás, uma das minhas crónicas) e, talvez por isso, quero partilhar convosco o discurso de um dos irmãos de António Lobo Antunes, Nuno Lobo Antunes (o 5º de seis), na homenagem que foi feita ao escritor no sábado 28 de Setembro. Que lindo. No link, creio que é também possível ouvir o discurso em vídeo (eu apenas li). Desfrutem.

https://www.sabado.pt/vida/detalhe/meu-bebe-amo-te-muito--o-discurso-de-nuno-lobo-antunes-ao-irmao-antonio

 

2 comentários

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    António Luiz Pacheco 02.10.2019

    Boa noite, alegremente…
    É que estou em troca de mails (pesadíssimos) ou de impressões via Skype com os projectistas, aí em Lisboa. Isto é a tecnologia das comunicações no seu melhor!
    Facilita-nos a vida, mas é uma grande chatice…
    Entretanto entre entra e sai (dos mails), passo aqui e dou com o seu interessante comentário, fora de horas, que me provoca uma reacção tardia, quiçá a destempo.
    Curiosa comparação essa da anserídea figadeira com o voyeurismo escritórico (estou a inventar a palavra, e, esclareço que como estou a trabalhar ainda só bebi água chalada, que me pode aliás estar a fazer efeito! Digo-o para tranquilizar algum Extraordinário mais crítico ou que me julgue etilizado por não concordar).
    Na verdade interessam-me os escritores, como pessoas, até fascinam, pois acontece terem vidas de facto interessantes - e são quase todos, se formos a ver. Enfim, falo dos Escritores, daqueles que se libertam das leis da morte pela força da sua escrita e não de todos-mesmo!
    Ou seja, interesso-me pelos palmípedes produtores da iguaria, como pelas uvas de que se faz vinho, as ovelhas produtoras de queijo, pelo bacalhau… interesso-me por quase tudo de que gosto ou me diz alguma coisa!
    Logo, atrevo-me a contestar a afirmação gastro-literária da citada senhora!

    Um grande a alegre abraço tardio, cá desde a Cidade Morena e adormecida.
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