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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

22
Mai20

Próximo Capítulo em Junho

Maria do Rosário Pedreira

Já aqui falei do Clube de Leitura da Leya, o Próximo Capítulo, lançado este ano no Dia Mundial do Livro. No mês de Maio, os leitores inscritos escolheram entre os quatro livros propostos As Velas Ardem até ao Fim, de Sándor Márai, um belíssimo romance de um autor que morreu sem saber o êxito que viria a ter no mundo inteiro e discutiram-no em várias sessões com a minha colega Rita Fazenda. Em Junho, será a minha vez de conduzir o Próximo Capítulo e hoje à tarde vou levantar a pontinha do véu sobre os quatro títulos que estarão a votação: dois de autores portugueses, dois de autoras estrangeiras (não fiz por ser politicamente correcta, mas calhou). São quatro livros muito diferentes: alguns baseados em factos reais, outros assumidamente autobiográficos, um de recorte mais clássico na forma de narrar, outro polifónico. Inventivos, especulativos, duros, cinematográficos, realistas, ligados a outras artes e a guerras que nos são estranhas, enfim, vai haver de tudo e para todos os gostos. Só pode ganhar um, evidentemente, e será sobre esse que farei algumas sessões com os membros do clube (por Zoom, para já), respondendo a perguntas e quiçá até dialogando com os respectivos autores (se forem portugueses). Se quer saber de que livros falo, inscreva-se em proximocapitulo@leya.com. Receberá depois um email para votar num dos livros até dia 25. (Faço segredo, porque tem mais graça.)

Hoje recomendo-vos a leitura de Amor no Feno e Outros Contos, de D. H. Lawrence (ele estava a olhar para mim ali da estante, numa edição muito antiga da Assírio e Alvim, e foi como se me chamasse). Os meus contos preferidos desta colectânea são: O Homem Que Morreu e O Homem Que Amava as Ilhas. A tradução (fui ver agora mesmo) é de Maria Teresa Guerreiro.

2 comentários

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    Anónimo 22.05.2020

    Dizem que devo agradecer a Santa Rita de Cassia e a São Jorge e eu admito que sim. Só não agradeço ao amor porque me parece que a gratidão, pertencendo à ordem das obrigações, apouca a paixão que é grande por ser voluntária e até indomável.
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