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Horas Extraordinárias

As horas que passamos a ler.

07
Mar19

S.

Maria do Rosário Pedreira

Parece que é hoje que estreia o novo filme de Patrícia Sequeira (a também realizadora da longa-metragem Jogo de Damas, com um grupo de grandes atrizes, que tive oportunidade de ver há uns dois anos). Trata-se desta feita de uma obra que parte da história verdadeira de Snu Abecassis, a dinamarquesa nascida Ebba Merete Seidenfade, que se casou com o português Vasco Abecassis e por isso veio parar a Portugal, onde teve três filhos, fundou as Publicações Dom Quixote e conheceu Francisco Sá Carneiro, com quem acabaria por viver (e morrer, na controversa queda de uma avioneta em Camarate, no final de uma campanha para a Presidência da República, em 4 de Dezembro de 1980). Sobre este assunto, escreveu Miguel Real há alguns anos um pequeno livro intitulado O Último Minuto na Vida de S., que recria o que terá sido pensado pela editora dinamarquesa durante o último minuto da sua vida ao lado daquele que era então primeiro-ministro de Portugal, e que já teve adaptação teatral. E escreveu a jornalista Cândida Pinto o livro Snu e a Vida Privada com Sá Carneiro, que vai em quarta edição. Uma boa razão para voltarmos a eles nesta altura em que se vai certamente continuar a falar  de Snu (recentemente, ela foi uma das personagens visadas numa série intitulada Três Mulheres, que está  nomeada para vários prémios).

 

 

4 comentários

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    Maria do Rosário Pedreira 07.03.2019 12:13

    Obrigada. Corrigi.
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    ASeve 07.03.2019 15:19

    Esta dúvida do obrigado/a continua a "perseguir-me"; pensava eu que era sempre obrigado, independentemente de quem o diz (homem ou mulher).
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    Fernando Costa 07.03.2019 16:06

    Ó Seve, a palavra tem flexão de género, pois a pessoa que a pronuncia se compromete a corresponder ao agradecido: se é macho, sente-se obrigado; se fêmea, obrigada. A pessoa fica grata pelo que lhe fizeram e compromete-se, por obrigação futura, a fazer gesto idêntico.
    Não quero assumir posição professoral, pois apenas digo o que eu penso sobre a coisa. Como sei que pouco sei, às vezes meto-me a fogueteiro sem saber largar a cana...
    Da sua parte, colocando a dúvida, mostra que gosta de saber.
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